Dingão, o torcedor que criou o mascote Tó para torcer pelo XV de Jaú, será sepultado às 15h deste feriado

Torcedor do XV de Jaú morreu na quarta-feira, após lutar contra as sequelas de um AVC

(Jaumais) De repente um Galo vivo estava em meio aos torcedores do XV de Jaú. Era o galo Tó, criado por um torcedor que ficou famoso alguns anos atrás ao levar o mascote para o Estádio Zezinho Magalhães. Hoje, feriado de Corpus Christi, Jorge Luiz Leite, o Dingão, será sepultado em Jaú, saindo o féretro do velório da Funerária Jauense. Dingão era o dono de Tó e se recuperava de um AVC.

Dingão entra para a história como mais um dos personagens folclóricos envolvendo o XV de Jaú. Quando surgiu com seu galo, o Tó, no Jauzão, ficou famoso e chamou a atenção da mídia, virando tema de várias reportagens de várias emissoras de TV e de outras mídias. Era um apaixonado pelo Galo e criou  Tó para ser o mascote do clube do seu coração.

Dingão morreu na noite de quarta-feira depois de sofrer as sequelas do AVC. Ficou internado por meses, teve alta e precisou de ajuda da comunidade com doações para tentar se recuperar em casa. Resistiu mais alguns meses, até que partiu sem ver o XV de Jaú conquistar o acesso à Série A-3 – neste ano, o clube faz campanha irrregular e até mesmo a classificação à segunda fase está sob ameaça.

“Descanse em paz, Dingão. Que Deus te receba em um lugar bom e conforte o coração dos seus familiares e amigos. Sempre alegre e disposto a ajudar o próximo contagiava a todos com sua irreverência. Além disso, era bonito de ver seu amor ao Galo Tó. Gostava de uma resenha sobre o XV e sempre me ligava pra registrar na rádio seus palpites para os jogos do Palrmeiras! E obrigado pelos ovos, limões que vc levava. Vá em paz meu amigo”, comentou Murilo Surian, jornalista da Rádio Jauense.

Mascote do XV de Jaú
Dingão e seu Galo Tó

“Descanse em paz, Dingão. Que Deus te receba em um lugar bom e conforte o coração dos seus familiares e amigos. Sempre alegre e disposto a ajudar o próximo contagiava a todos com sua irreverência. Além disso, era bonito de ver seu amor ao Galo Tó. Gostava de uma resenha sobre o XV e sempre me ligava pra registrar na rádio seus palpites para os jogos do Palrmeiras! E obrigado pelos ovos, limões que vc levava. Vá em paz meu amigo”, comentou Murilo Surian, jornalista da Rádio Jauense.

A identidade do clube existe há mais de 90 anos, mas o Galo Tó, surgiu em 2016, no Campeonato Paulista de Futebol.

Um personagem para sempre

O dono do Galo, o popular Dingão, hoje se recupera de um AVC. Mas na história já deixou um legado. Seja clássico ou não, o personagem dizia que o Tó fazia muito sucesso entre os torcedores. O bichinho ganhava ração, milho e até carinho dos mais curiosos.

“Já vieram com uma proposta nele de R$ 500, eu não dei. E aqui na vila eu fiquei sabendo que era para eu tomar cuidado, que iriam levar ele embora” – afirmou Jorge Luís Leite, mais conhecido como Dingão, em Jaú.

Não se sabe se no jogo da “aparição” do amuleto o XV ganhou ou perdeu. O que sabemos é que o time continua na bezinha.

Vale dizer que a família até aumentou. Recentemente nasceu o “Tozinho”, que pode ser o substituto para os próximos jogos ou pode fazer companhia para o titular nos próximos anos.

(Matéria original e completa aqui no Jaumais)

 

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