Começo minha participação nesse portal que admiro muito, do meu grande amigo Césinha, com uma certa dúvida sobre em qual seção esse conteúdo se encaixa.
Seria na coluna de artigos sobre a Copa do Mundo ou será que eu iria invadir a área de outro amigo (Denadai) que escreve, com muita competência aliás, matérias sobre cinema?
Afinal, atingir a perfeição até nos mais perfeitos roteiros é um desafio.
O que nós, amantes do futebol de maneira genuína, presenciamos neste dia 16 de junho de 2026 foi a trama perfeita para o filme “A Última Dança”, um presente do protagonista pro seu público.
A história já parecia ter terminado em 2022, quando o futebol coroou um dos maiores, com o título mundial e para todos ali já era o final esperado, mesmo que muitas vezes não admitido pelos “inimigos”, mas que no fundo sabiam que a justiça do esporte estava sendo feita. Se tem alguém que merecia ser eternizado pela maior glória de um esportista do futebol, era Messi.
Mas gênios são imprevisíveis.
“A Última Dança” ainda tinha aquelas cenas não divulgadas, guardadas na gaveta. E começamos a ter acesso a esse conteúdo magistral. Existem mais cenas guardadas? Os próximos dias irão mostrar.
Algumas despedidas não são feitas para terminar em silêncio. São feitas para ecoar pela eternidade. Obrigado, Messi.
Argentina 3 x 0 Argélia = 3 gols de Messi.