Jauclick Notícias de Jaú e Região

Som do Mundo – O que você está escutando – Edição 4 – Marina Prado Alves

Marina foi a escolhida da vez para contar pra gente o que ela está escutando.

Quem me conhece sabe que eu faço parte do seleto grupo de pessoas que acredita que, em algum momento da história, a essência do Rock N’ Roll vai de fato deixar de existir.

Esse pensamento está longe de ser uma chatice do pessoal das antigas e passa ser uma realidade a partir do momento em que a gente entende que a música está evoluindo de uma forma mais básica e simplificada.

A primeira banda de Rock que eu ouvi na minha vida foi Beatles, apresentada pelo meu pai, beatlemaníaco de carteirinha. Desde então, fui buscando entender a música e escolhendo tudo aquilo que me agradava dentro desse nicho.

Hoje, tanto nas minhas playlists, quanto nos meus discos a gente encontra Guns N’ Roses, Led Zeppelin, Alice Cooper, Deep Purple, The Who, Simon & Garfunkel, The Animals, Pearl Jam, Audioslave, Mötley Crue, Red Hot Chilli Peppers e mais uma infinidade de bandas que eu cresci ouvindo e ouço até hoje. Isso sem contar toda a discografia dos Beatles, que caminha sempre comigo.

O que me faz escutar mil vezes a mesma música não é a formação da banda ou a quantidade de notas por minuto que o guitarrista consegue executar. É a pegada, o estilo, a emoção que a banda inteira transmite como um só elemento.

Hoje, consigo ver essa veia pulsando na banda italiana Maneskin: quatro jovens que têm muito estilo, rasgam o verbo e dão tudo de si para quem quiser escutar. Isso é Rock N’ Roll e é raro SIM.

Slash feat Myles Kennedy and The Conspirators

Bom, não tenho dificuldade nenhuma pra falar do Slash. Mais do que fã, tenho minha admiração por ele tatuada no braço. É um músico incrível que, mesmo com o passar do tempo, só conseguiu ficar ainda melhor e mais maduro musicalmente.

Desde 2011 em parceria com Myles Kennedy (Alter Bridge), sua nova banda veio para confirmar o que a gente já sabia, mas não queria admitir: o Slash não precisa do Guns, mas o Guns precisa do Slash.

Em seu 4º álbum de estúdio, esse meu ídolo ainda possui um repertório infinito de riffs e solos, além de letras incríveis em uma parceria que não poderia ter dado mais certo.

2.015 – Show – Espaço das Américas

Slash 4 estreia em fevereiro de 2022, mas já conta com dois sons incríveis: The River is Rising e Fill My World. Vale a pena esperar.

Maneskin

Eu acredito que nunca ninguém imaginou uma banda de rock italiana fazendo tanto sucesso.

Maneskin veio para quebrar todos os paradigmas existentes, tanto no quesito musical, com a ideia de que rock em inglês é mais legal (Zitti e Buonni é do caralho!); quanto no quesito homofobia, afinal todos os integrantes são LGBTQIA+ e ninguém tá nem aí pra isso.

Sem falar nos shows polêmicos, nas roupas e na beleza desses integrantes que só aumentam a minha vontade de assistir um “ao vivaço” dessa banda incrível.

Vale a pena acompanhar, afinal não é à toa que ganharam o Eurovision, né?! Entre tantos concorrentes de diferentes estilos musicais, uma banda de rock levar o prêmio, significa que ainda temos chance de prosperar.

Tyler Bryant and The Shakedown

Essa eu conheci no São Paulo Trip em 2017, eles eram a banda de abertura do Alice Cooper e do Guns N’ Roses.

Sinceramente, eu gostei tanto do som deles que, dos três shows, foi meu favorito. Sonzera de primeira e tocada por jovens que amam Rock N’ Roll não tem preço.

Destaco o álbum Wild Child e as músicas: Lipstick Wonder Woman e Last One Leaving.  Essa é, sem dúvidas, aquela banda que desperta uma felicidade sem razão de dentro pra fora. Vale a pena!

Black Stone Cherry

Hard Rock puro! O vocal é de arrepiar e as músicas têm uma pegada fantástica. Quem curte esse estilo não pode deixar de ouvir Me and Mary Jane, White Thrash Millionaire e Stay.

 

Paul McCartney

Por último, mas não menos importante, ele, Sir Paul McCartney, o ídolo e o rei de toda uma geração musical. Ele poderia muito bem só colher os frutos dos Beatles, mas faz questão de se reinventar e lançar um álbum diferente a cada ano.

Em 2020, Paul lançou o McCartney III e em 2018 o incrível Egypt Station com uma música dedicada ao Brasil: Back in Brazil.

Dois álbuns que valem a pena serem ouvidos com aquela cervejinha gelada, ou uma taça de vinho.  Desse gênio, destaco as músicas: Biker Like an Icon e I Don’t Know.

Compartilhe

WhatsApp
Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

BLOGS

Conteúdos exclusivos dos blogs colaborativos do Jauclick.

SIGA O JAUCLICK NAS REDES SOCIAIS