Selo Brasil 30 anos

Blog fala detalhes do show de 30 anos do Jimi´s na sexta e um histórico da banda!

A semana será de fortes emoções hein!

Dois antes do Dia do Betinho (homenagem ao Beto que acontecerá no Jimi´s) acontecerá a celebração dos 30 anos de Selo Brasil no próprio Jimi´s.  E como bom moço das antigas que sou fui convocado para participar desta festa.

Acompanho o Selo desde lá de trás. Inúmeras vezes  fiz festas e shows com o Selo Brasil. Incontáveis as vezes que vendi convites lá no comecinho dos anos 90.

Desde as festas no Flamingo que fiz – “Festa do Apito”, “Arraial da Vaca Louca”, “Rei do Toca Gado” onde acho que em todas elas rolou a dobrada Dudu Galvão e Banda e Selo Brasil.

Fiz uma com o Gallo, onde é a Condec, em uma dobrada com o The Jack. “Noite da Ventilação”. Meu, o nome é este porque uma anterior o Gallo fez no mesmo local e estava quente para caramba. Ai pegamos emprestado um monte de ventilador do Bradesco (AHAHAHAHAH) e tivemos a brilhante idéia de colocar o nome Noite da Ventilação.

Naquela retomada com os metais, fizemos algumas vezes no General, inclusive a festa de 10 anos do Selo Brasil. E por ai foi….

Em 2.019, indiretamente participei de outro retorno do Selo, na Villa Jahu Clube, onde trabalhava para o Guilherme Gambarini.

A noite de 30 anos no Jimis terá a formação atual com Isal Carvalho na guitarra e vocais, Ceceu no violão e voz, Fernando Quevedo nos teclados, Fernando Soares no contrabaixo,  Marco Munhoz no saxofone,  Eduardo Vianna na bateria e Edinho Domingues na percussão.

O show 30 anos ainda terá como confirmados até domingo o ex vocalista Celso Brito Junior, Rodolfo Fantin, Ricardo Romão, Luiz Boi e Gabriel Techi. Mas pintarão mais…

O couvert artístico será de R$ 15,00 e Reservas de mesa no próprio Jimi´s (14) 3624-8091

O Selo Brasil para mim é um exemplo dentre vários que a música acabou proporcionando várias amizades. Tirando o Isartininho que conheço desde a sua nascençaaa, todos os outros continuam amigos desde 1.993.

Fiz um texto em 2.012 sobre o Selo Brasil. Estou dando um tapa e atualizando. Abaixo a história, ou parte dela, dos 30 anos do Selo Brasil.

SELO BRASIL 30 ANOS

A banda Selo Brasil iniciou seus trabalhos em meados de 1993, composta por  4 integrantes, Celso – voz e violão, Cecéu – voz e guitarra, Fernandinho – voz e baixo e Edinho – percussão

“Estudávamos juntos no instituto, e todos tocavam, só que em bandas distintas, Fer no titãs cover, Cecéu no Anistia, Celso nos churrasco da classe e eu nem tocava……todos saíram ao mesmo tempo de suas bandas e resolveram montar um trio pra tocar nos bares da vida (MPB e Rock Nacional), Fer, Celso começaram a  ensaiar na casa do Ceceu e eu ia pra curtir, até q eles me falaram pra pegar uma timba do ceceu e fazer a levada nas musicas, ai acabei entrando pra banda.” (Edinho)

No início a influência era totalmente MPB e rock nacional, repertório baseado basicamente em Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Jobim, João Gilberto, Chico Buarque, Djavan, Jorge Ben, Tim Maia, Rita Lee, Mutantes, Secos e Molhados, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Barão Vermelho, Irã, Lulu Santos, Alceu Valença, Luiz Gonzaga, Moraes Moreira, Cidade Negra, entre outros artistas de expressão da MPB e do Rock Nacional.

Na segunda formação, após a pausa, houve influências de outros artistas como: Seu Jorge, Clube do Balanço, Funk como le gusta, Banda Mantiqueira entre outros.

“Não usávamos bateria nos primórdios, coisa que causava estranheza, mais a gente não estava muito ligando, queríamos era tocar o bom da MPB e entre amigos apenas. “

O primeiro baterista que a banda teve foi uma improvisação no Disco Voador. Betinho Padrenosso apareceu e deu uma canja com o pessoal.

“A noite neste dia no Disco Voador era de shows com bandas de rock basicamente, e a gente tocava apenas MPB, então colocaram o Selo Brasil pra abrir, tocar um pouco e vazar logo, pois a festa era do rock. E justamente quando a gente estava tocando as velas que foram colocadas em cima do P.A., atitude inteligentíssima por sinal, começaram a se mover em direção a cortina do palco ocasionando um início de incêndio bem quando o Selo Brasil estava tocando, seria mais justo e original  pegar fogo quando o rock tivesse rolando, mas não, pegou fogo com o Selo Brasil tocando Taj Mahal de Jorge Ben, Rodolfo que neste show estava tocando percussão comigo, se ausentou do palco e apagou o fogo com o extintor espirrando um pouco na rapaziada lá em baixo só pra descontrair”

Depois disso, até 1.997 a  banda passou por vários outros bateristas: Boi, Rodolfo, Paulo Dadamos, Ricardo Romão, Macarrão, Nando Pinho, Geraldinho, Rodrigo (Nerso), Lelo Izar, Juninho, Marquinho e Eduardo Vianna.

De 1.993 a mais ou menos 1.995 a banda tinha uma agenda fixa interessante. Era presença garantida nas festas do Terceirão do Objetivo, fazendo versões engraçadas de bandas consagradas e até paródias de autoria do próprio Selo Brasil, como: “Quero te fu” e “I have a mobilete”.

“Tocávamos  todos os domingos no Vitória Regia, e de quinta feira no Disco Voador, de sexta no Ar Livre e sábado no Cuca Fresca, época inesquecível Abraços aos parceiros que trabalhavam nesses bares e que são nossos amigos até hoje, Dinho (Ar Livre), Dema e Benson (Vitória Régia) e Barata ( Disco Voador)”

 Nesta época, a banda já estava com um baterista mais fixo – Eduardo Vianna. E sempre com o quarteto – Celso, Cecéu, Fernandinho e Edinho.

A banda tocava direto no American Bar do Jahu Clube Centro, formaturas de Terceiro Colegial e nas festas do Flamingo´s como Festa do Apito e Festa do Toca Gado, João Guerino, Tequilas bar “e um show na festa Sputinik que Selo Brasil fez na antiga River Side, hoje General Bar que por sinal foi gravado em fita cassete”.

Em 1.997, a banda passa a ter um repertório mais eclético e se enveredando para as bandas baile.

Um pouco antes,  Cecéu tinha saído da banda e Evandro Barros (ex-  Kaos e atual Nacional Kid e Kamandukaya) assumiu a guitarra e Tuba dá lugar a Giovani Junior (ex- Ultimatum) e Marquinhos entra nos teclados.

Esta formação estreou na “Noite da Ventilação” na atual Condec e ex-Segantin. A banda dividiu o palco com a banda The Jack, que futuramente se transformaria em Patrões.

Esta formação ficou até 1.999.  Com esta formação a banda tocou em festas como Lual do Coco Loko e os Hallowgreens da Escola Internacional.

Nesta época em que a banda estava mais para o gênero baile, vocalistas como Enzo e Jessica fizeram parte da banda. O Selo chegou até a fazer um dos últimos carnavais no Aero Clube.

Foi nesta época que Edinho, um dos fundadores deixou a banda para entrar no Fly By Night.

Em meados de 2.000, a banda retorna com a formação com Tuba, Edinho e Cecéu e faz algumas apresentações no  Jahu Clube Campo e ainda tocou depois de Jorge Benjor  no Planet Night Café com a participação especial de Betinho na guitarra, Rodolfo Domenicone no surdo e Erica Alonso nos vocais.

Em mais ou menos 2.001, 2.002, Celso e Fernando saem da banda e o Selo dá uma pequena pausa.

A banda volta com uma formação utilizando metais na banda. O Selo Brasil ressurge com um repertório muito refinado e com a volta do Cecéu e a entrada de Isaltino no violão e voz.

A formação era Isaltino na voz e violão, Cecéu na guitarra, Marquinhos Ferruci na bateria, Perereca, Gabriel e Jeferson nos metais e Marcos Candido no contrabaixo (antes Boi dos Cervejas também fez parte) e participações especiais de Estevan Dua nos teclados e Edinho na percussão.

Nesta época, os shows do General em 2.002 foram o destaque. Em 2.003 a banda comemorou 10 anos de existência com esta formação e a participação de integrantes antigos como Tuba, Celso, Fernando e Evandro.

De 2.005 pra cá, a banda fez algumas apresentações esporádicas no Santo bar com os fundadores do Selo, Tuba e Evandro.

 

Depois disso, o Selo deu uma pausa para o público em geral.

Anualmente todos os integrantes se reuniam para fazer um som mas não aberto ao público.

Em 2.019, a banda fez um Encontro no Villa Jahu Clube, bar do Jahu Clube Campo,  que acabou culminando com a vontade de retomar  para mais apresentações. No ano seguinte, fizeram uma apresentação no Jahu Clube Centro, mas ai veio a pandemia que interrompeu a retomada.

Em julho de 2.022, a banda fez uma apresentação no Villa Jahu de novo. Repercutiu demais, ai banda voltou a se a aresentar esporadicamente. Sendo no Jimi´s, El Puerto, Barça e outros bares da cidade e festas no Grevillea.

E agora, no dia 03 de novembro, os 30 anos do Selo Brasil!

HISTÓRIAS DE EDINHO

“Tenho uma história bacana sobre o Cecéu, certa vez acabamos de tocar no Vitória Regia e o lanche dividido em 3 estava na mesa, Cecéu então foi ao banheiro e nós delicadamente enchemos a metade da ponta do lanche dele de pimenta, daquelas bacana. O nosso amigo volta do banheiro e começa a comer pela outra ponta.

Já começamos a ficar cabreiro! Aí  depois pega o pedaço do meio e quando iria mete a boca na pimenta bacana fala que não aguenta mais comer.

Indignados, nós falamos que seria chato deixar o lanche ali sem comer, então ele resolve mandar embrulhar para dar para o teu cão chamado NINO GARDENAL, achamos que iríamos mata o cão do rapai com a pimenta bacana, porém não revelamos a surpresa.

No dia seguinte, perguntado pra quem haveria dado o pedaço bacana, falou que quando estava chegando em casa avistou um mendigo saindo debaixo da ponte e parou para doar o pedaço de lanche com pimenta bacana, foi embora pra casa e o mendigo deve ter ficado contente!!”

“Essa outra história o Fernandinho vai falar que é mentira mai não é, chegamos no hotel em Lins, fomos fazer o check in, preenchendo a famosa fichinha, eu cheguei um pouco depois e avistei Fernandinho com tua ficha parado no balcão sem preencher, comecei a preencher a minha e quando cheguei na pergunta – Conjugê? – ele, como tonto que é, virou pra moça da recepção e falou em alto e bom som – OLHA LA MOÇA O RAPAI AI NUM SABE O QUE É CONJUGÊ, FALA PRA ELE O QUE É, FALA – na verdade esse mai tonto que os outro, não sabia o que era conjuge e esperou eu chegar na pergunta pra faze essa palhaçada, ele e a moça não paravam de rir e eu paguei de quem não sabia o que era conjugê.”

 “Marcamos para tocar em Itapuí no famoso bar Banana 13, o dono entrou em contato com a gente por telefone, por sinal completamente bêbado, para saber mais sobre a banda para colocar propaganda no carro de som na cidade. No telefone perguntou qual era o nome da banda, Celso respondeu Selo Brasil, e em quantos vocês são?, somos em 4,a ta entendi, valeu.. Chegando no bar para tocar avistamos e ouvimos o carro de som com a seguinte propaganda em alto e bom som – HOJE NO BANANA 13 SELO SÃO 4! NÃO PERCAM! pouco beldo o dono?

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Wilson Moraes

Wilson Moraes, o Moraes, escreve periodicamente no Blog do Moraes, agora aqui no Jauclick

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