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BLOG DO MORAES

Putz, perdi o Frejat em Jaú!

Texto fala do show do Barão em Jaú, shows de integrantes do Barão na cidade e outras passagens baronescas por aqui..

Ontem rolou show do Frejat em Jaú, no Caiçara. Por não ser sócio, estava conformado em não ir etc e tal.  Ai começa a chegar os vídeos dos amigos e nas redes sociais. No primeiro vídeo do “Porque a gente é assim” do Zampa, ele no gargalo, já me arrependi de não ter ido.

Ai começou  pipocar outros: “Maior Abandonado”, “Por Você” até uns Tim Maia, Raul, e assim vai..  Bateu arrependimento total.

Frejat em Jaú
Foto retirada do facebook do Pedro Nassif Marot

Eu sempre digo que nunca sei qual banda do rock nacional eu prefiro. Sempre transito no Barão, Titãs e Paralamas.

Quando eu comecei a curtir o rock ´n roll, o Cazuza já tinha saído do Barão. De moleque comecei a acompanhar a era Frejat. Mas peguei gosto real mesmo para o Barão quando gravei uma fita K7 do disco Barão ao Vivo no Dama Xoc (1989) que peguei emprestado do Enrico Barauna.

Aquele que começa com a frase emblemática do Frejat “É o seguinte, agora o rock ´n roll vai rolar e  é  direto”.  A sequência das quatro  primeiras Ponto Fraco – Carne de Pescoço – Pense e Dance – Bete Balanço (Eu quero ouvir todo mundo cantando comigo). E assim vai.

Isso era meados de 1.990. Na época, tinha a banda Skilo sem Grilo com Diniz nos vocais, Spilari no baixo e vocal, Pedro Merlini na guitarra e Armandão na bateria. Eles tocavam várias deste disco.

Para vocês terem uma idéia, houve uma festa na River Side (ex General) chamada Primeira Noite Cover. O Skilo colocou no repertório daquele show apenas duas bandas – Barão e U2. Eu vendi convite para esta festa!

E eles tocaram o Dama Xoc quase na íntegraaaa. Acho que rolou inteiro viu.

Em 1.992 o Barão fez a única apresentação aqui em Jaú. Foi no Flavio de Mello, Turnê “Furia e Folia 92-93”. Era o disco Supermercados da Vida.

Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros, Peninha na percussão, Rodrigo Santos e Fernando Magalhães, esses dois últimos, como já sabido, fizeram alguns shows no General.

Que show do Barão! Só clássicos, as novas do Supermercados da Vida (Pedra Flor e Espinho, Flores do Mal entre outros) e um medley no final sensacional com Declare Guerra-Maior Abandonado – Não me Acabo. Tinha mais uma no medley que não lembro.  Nessa hora o percussa Peninha me pega o extintor do palco e sai jogando na galera ahah (será que foi ele que inspirou o Bardi naquela festa do Galpão Brasil?)

Falando em Peninha, no dia do show, estava em frente o Renan´s, do lado da farmácia do Fini no centro da cidade. Estava eu e Marcio Pegorari, o Batalha e ledo engano, o Paulo Roberto Eleutério, o Bereba. Do nada, Peninha adentra a farmácia do Fini. Olho ele e cumprimento. Ai ele saiu e olhei na hora para os dois e sem pensar fomos atrás dele e encontramos todos do Barão, menos o Frejat, na galeria do Hotel Jau. A banda estava hospedada no Turin Hotel. Pegamos autógrafo de todos que estavam la.

Depois desse show, os únicos Barões que vieram para Jaú foram o Rodrigo Santos e Fernando Magalhães. No General.

Edinho, percussa daqui, participou do show. Ele foi influenciado totalmente pelo Peninha.

Os  shows do Rodrigo Santos era também um tributaço do rock nacional. E era demais da conta as conversas com Rodrigo e Fernando no camarim do General. Para mim meio inexplicável.

Tive o prazer grande de montar com o Paulo Pin o Barão 30 em meados de 2.011.

O Matahare já tinha essa pecha de representar bem o Barão na fase Frejat, principalmente com o Paulo Pin no vocal, voz parecida com a do Frejat.  A banda que mais marca o Matahare é o Barão com Frejat!

Voltando, para não confundir com o Matahare, montamos o Barão 30 com Paulão no vocal, Betinho e PC nas guitarras, Vermeio no contrabaixo, Gigão na bateria e Edinho na percussão. Rolaram vários shows na cidade, no General (sempre umas dobradas com o Super Trunfo representando a fase Barão com o Cazuza), Parque do Rio Jahu e teatro.

No Elza Munerato em 2.014, a trupe fez um dvd do show muito bom!

 

Eu gosto bem da fase do Cazuza, tenho cds, os solos dele também mas o Barão com o Frejat é uma das maiores de todos os tempos do Brasil.

O Frejat já é grande demais de conseguir prosseguir por mais de 20 com o Barão mesmo com a saída de um vocalista tão emblemático como o Cazuza.

E agora esse show do Frejat no Caiçara que está repercutindo bastante.

E com 60 completados em maio, Frejat chegou no patamar dos grandes do país. Quando você chega nesse topo, tu faz o que quiser no palco. E parece que foi isso sexta no Caiçara. Ele tocou as do Barão, as da carreira  solo, as do Cazuza e Tim Maia, Rita Lee, Raul entre outros.

Foto retirada do facebook de Luciana Nascimbem Matar

Mas não vai faltar oportunidade! Vamos torcer para ele voltar e quem sabe eu até trabalhe em um showzinho do Frejat em Jaú eheh. Imagina??? Nessa vida não para prever nada, nénão!

Adendo final:

Eu acho Pro Dia Nascer Feliz a música mais legal do rock nacional! O Galdino, meu grande amigo que está na Califórnia e que foi vocalista do Matahare e tocava vários Barões passou um réveillon no litoral.

E na MEIA NOITE daquele reveillon queo Gal passou na praia, a banda tocou Pro Dia Nascer Feliz.

E ele me contou e isso ficou na minha cabeça.

Tomando uma cerveja em 1.998 na AABB com o Fernando Milani (o Coquinho do Circênico) e o João Virgilio Sampaio, propus para eles de fazer um Reveillon de rock n roll diferente que rolava no Jahu Clube Campo na época.

Ai veio a idéia de propor para a Turma da Bocada fazer junto conosco.

E o primeiro Reveillon da Bocada surgiu naquele ano na virada para 1999. O resto vocês já sabem!

3 respostas

  1. Puta merda, esses reveillon’s da Bocada eram sensacionais. Pra mim, as melhores festas que Jaú produziu.
    Aliás, as festas no Jahu Clube sempre foram as mais disputadas…

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